O que tens é essencialmente magia,
E magia é, porque podes absolutamente dizer que tu és tu,
e que ai estas como tu, e o tu, como eu é igual a todo o outro que também é.
E o ser traz-nos realmente a uma indubitável consequência...viver!!!!!
...viver,viver.
Se vivemos, estamos e para estarmos temos de ser, mas o que somos para alem de
animais um pouco mais atentos, sensíveis e conscientes que todos os outros que conhecemos?
Como é que há consciência individual do ser...do eu? E como esse Eu parece tão natural, lógico e irrefutável? Será mesmo uma alma que cada um suporta? Dando-nos o poder infinito da unicidade,
do eu como uno, só e concreto... Ou a criação é algo realmente tão animal que a sua procriação/reprodução cria um resultado ideológico dentro daquilo que consideramos físico(?), aquilo que compreendemos(?)...podendo nesse prisma até a própria ciência ser uma necessidade.
Nietzsche quis-nos como super-homens...eu pergunto-me se não nos quero como meros bobos ignorantes :P
Fábio Destroca
6 de Julho de 2009
17 de Junho de 2009
Zeigeist and Adam Smith: the 4th moral approbation force
“and, last of all, when we consider
such actions,
making a part of a system of behavior
which tends to promote the happiness
of the individual
of the society,
(they appear to)
derive a beauty
from this utility,
[not unlike that which we ascribe to any well-contrived machine.]”
Smith, A. (1759), The Theory of Moral Sentiments. A Universal Download Edition: pp.231.
such actions,
making a part of a system of behavior
which tends to promote the happiness
of the individual
of the society,
(they appear to)
derive a beauty
from this utility,
[not unlike that which we ascribe to any well-contrived machine.]”
Smith, A. (1759), The Theory of Moral Sentiments. A Universal Download Edition: pp.231.
| Acho |
Diálogo desnenhum
Salva-me fado pingo
Salva-me
Salva-me desta frenética paz
Salva-me do limite do silêncio
Salva-me de avistado esconderijo
Das folias
sátiras
Do ego urbe urge
Do ergo Ladra
Ladra ao natural e ao perene e a tudo o que fica depois de tudo!
Ladra a tudo o que esconde o céu da minha imortalidade
Ladra ao desalentado hino que te dedico
Ladra aos nomes que te dou –
porque na verdade não és fado pingo
Nada
Nada
Salva-me
Salva-me desta frenética paz
Salva-me do limite do silêncio
Salva-me de avistado esconderijo
Das folias
sátiras
Do ego urbe urge
Do ergo Ladra
Ladra ao natural e ao perene e a tudo o que fica depois de tudo!
Ladra a tudo o que esconde o céu da minha imortalidade
Ladra ao desalentado hino que te dedico
Ladra aos nomes que te dou –
porque na verdade não és fado pingo
Nada
Nada
| Acho |
12 de Junho de 2009
Sonhos
Corremos sobre as pedras navegando vertigens
indestrutíveis, de tanta Paixão
o sofrimento existe só na Juventude
de deslumbramento e ilusão.
indestrutíveis, de tanta Paixão
o sofrimento existe só na Juventude
de deslumbramento e ilusão.
7 de Junho de 2009
I, II, III, IV e eu moralizo a minha amygdala e tu não
I
impulso }clic{ corpo, ambiMente kalimetrizamodrental
ondas magnéticas expulsam-mos exaltados poros
[vive] im [vive] pulso [vive] ex [vive] pulso
quando o temporizador diz que sou pequenino
II
trombones }zás{ otoctones hiMinam memória germinal
fustigantes palpitos de rintegrada ser-eu-sou-eu-sou-tu
[nada] fecho [nada] os [nada] binoculares
de que sou agora desfeito
III
Violo a }tau{ simplicidade, gravidade destas cordas
acordas reflexivo, rasgo, e o sorriso habitante facial,
[vôo] erga [vôo] no [vôo] mi.ar
os pontos que me unem a animais do parapente
IV
Deus e Eus, sabemos que nada sabemos, i.e.
a munDança tem três lados da moeda
Viveremos, nada e o Vôo secular
e eu moralizo a minha amygdala e tu não
impulso }clic{ corpo, ambiMente kalimetrizamodrental
ondas magnéticas expulsam-mos exaltados poros
[vive] im [vive] pulso [vive] ex [vive] pulso
quando o temporizador diz que sou pequenino
II
trombones }zás{ otoctones hiMinam memória germinal
fustigantes palpitos de rintegrada ser-eu-sou-eu-sou-tu
[nada] fecho [nada] os [nada] binoculares
de que sou agora desfeito
III
Violo a }tau{ simplicidade, gravidade destas cordas
acordas reflexivo, rasgo, e o sorriso habitante facial,
[vôo] erga [vôo] no [vôo] mi.ar
os pontos que me unem a animais do parapente
IV
Deus e Eus, sabemos que nada sabemos, i.e.
a munDança tem três lados da moeda
Viveremos, nada e o Vôo secular
e eu moralizo a minha amygdala e tu não
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